domingo, 28 de fevereiro de 2010

Um dia desses li um comentário sobre os meus artigos sobre a falta de aprofundamento nos temas abordados e respondi à pessoa que  a abordagem era dessa maneira a fim de atingir o maior número de ouvintes da rádio e ser compreendida. Uma das barreiras que dificulta a compreensão de um texto é a falta de acesso à educação formal. Não desejei dessa maneira parecer arrogante ou pouco modesta. Peço desculpas se me fiz entender dessa forma.
Os resultados da Prova Brasil apontam que os estudantes que concluem o 5º ano do Ensino Fundamental (antiga 4º série) e o Ensino Médio, possuem grande dificuldade em compreender e interpretar textos. Outra dificuldade dos jovens é a produção de textos.
De acordo com o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), de 2007, que avalia as competências e habilidades adquiridas pelos estudantes através da provinha Brasil e da prova Brasil, o índice do nosso município é de 3,3 para os anos iniciais do Ensino Fundamental e 2,9 para os anos finais. Estamos abaixo da média nacional que é de 4,2 e 3,8, respectivamente e isso não é culpa dos professores ou diretores de escolas, mas da falta de investimento na educação e na qualificação docente.
Apesar da democratização do ensino e de iniciativas do Governo federal como o ProUni, poucos ainda tem acesso ao ensino superior, pois famílias mais pobres não tem como manter seus filhos estudando fora  de suas cidades de origem.
Falta investimento do governo para ampliar o número de universidades federais e institutos federais de educação, embora o governo Lula tenha ampliado consideravelmente a oferta de vagas e de cursos.
Temos muito a caminhar para dar acessibilidade a todos. Não adianta somente os governos escolherem como lema “educação para todos” e investirem nos sistemas de cota se não investirem na qualidade do ensino e da aprendizagem da Educação Infantil ao Ensino Superior, pois a educação que de fato, atingirá a todos é aquela que forma cidadãos para agirem na sociedade como sujeitos da tranformação.

Matéria: Niclécia Gama    Fontes: IDEB: http://ideb.inep.gov.br   Imagem: arquivo pessoal

ABAIXO, OS COMENTÁRIOS POSTADOS NO BLOG WWW.ARILDOLEONE.BLOGSPOT.COM:

Anônimo disse...
Gostei muito das matérias das duas ultimas semanas sobre educação. Gostaria de sugerir à professora Niclécia que abordasse o tema da hiperatividade, já que ela também é psicopedagoga. Parabéns Niclécia, voc~e escreve muito bem e parabéns a Rádio Milenium por contar com uma pessoa competente como ela no site da rádio. Ana Patrícia
4 de março de 2010 10:03
Anonymous Anônimo disse...
VC É MESMO UMA COBRA 1º VC MORTE DEPOIS ASSOPRA MUITO OBRIGADO NÃO ACEITO SUAS DESCULPAS. POIS NÃO TENHO EDUCAÇÃO
5 de março de 2010 14:08
Anonymous Anônimo disse...
Realmente voce naum deve ter mesmo educacao pois a moça pediu descupas publicamente demonstrando humildade. Não vi motivo pra irritacao de sua parte. Ela naum chamou ninguem de mal-educado, apenas mostrou a triste realidade do nosso povo. O pior cego é aquele que não quer ver.
5 de março de 2010 18:51
Anonymous Anônimo disse...
EU NÃO SOU MAL EDUCADO APENAS ESTOU ME SENTINDO DIANTE DO COMENTÁRIO QUE ELA RESPONDEU E A FORMA QUE ELA SE EXPRESSOU. E SE É A REALIDADE DO NOSSO POVO;ENTÃO ELA ESCOLHEU A COMUNIDADE ERRADA,PARA APRESENTAR SUAS MATÉRIAS. PROFESSORA COLOQUE SEUS CURRÍCULOS TÃO CONCEITUADOS E VÁ LECIONAR EM FACULDADE E NÃO EM ALUNOS DE 1º GRAU QUE É O QUE VC FAZ.
5 de março de 2010 22:13
Blogger Niclecia Gama disse...
A base de todos os níveis de educação é o ensino fundamental. Gostaria de salientar ao prezado anônimo que tanto detesta meus artigos que não dou aulas em faculdades não por falta de convites. Sou gestora de um centro de artes e educação e psicopedagoga desse mesmo espaço. Hoje não estou mais em sala de aula, mas sinto muita falta, afinal me formei pedagoga. Além do mais, tenho uma família que precisa de minha atenção, por isso não ocupo todo o meu tempo lecionando. Também trabalho em outros projetos em parceria com a Fundação Cidade Mãe e a 2ª Vara da Infãncia e da Juventute. Ter um bom currículo não significa lecionar em faculdades. Não tenho nenhuma aspiração em levar para casa trabalhos de várias turmas para corrigir ou simplesmente dar textos e exigir seminários de alunos que estão na faculdade também para trocar experiências com professores. Realmente, sinto muito por não atender às suas expectativas, mas estou satisfeita com o meu trabalho. Não se pode agradar a todos...
6 de março de 2010 09:38
Anonymous Anônimo disse...
Não estou entendendo tanta confusão.Niclécia posta suas matérias e as pessoas que não quiser ler, não leia. Agora fica esse bate boca on line.Vão procurar o que fazer e deixem a mulher em paz.Ora ninguém merece.Até parece inveja. Se responder esse comentário é inveja mesmo!
13 de março de 2010 16:46
Anonymous Anônimo disse...
Pelo amor Deus eu não acredito em tudo que acabei de ler. Esta pessoa que diz não gostar das matérias escritas pela professora Niclécia se trata de fato de alguém muito inescrupuloso (a). Entender a rejeição pelas matérias até dar pra aceitar, mas daí a suportar seus comentários medíocres sobre a pessoa que as escreve é simplesmente deprimente. Se trata de uma pessoa mal-educada sim, alguém se escrúpulos, sem idéias, uma pessoa vulgar em seus comentários, alguém irritante que não se conforma com o sucesso dos outros. As matérias escritas pela professora Niclécia são muito belas sim, são cheias de conteúdos, repletas de verdade, enfim, não sei porque você simplesmente não se cala diante de tanta beleza. Quer um conselho? Faça sua história, assim como a professora Niclécia. Busque caminhos que te levem ao topo. Não desça tão baixo assim por conta do sucesso da professora Niclécia não. Ela merece crédito pelo que faz.
14 de março de 2010 07:21

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Bolos e outros rolos...



Dia de aniversário é realmente um dia especial... O telefone tocou às 05:30 da manhã com a mensagem de um amigo distante. Horas depois um outro me liga, fala, fala, fala e me pergunta se meu marido (que está dormindo ao meu lado) não morre de ciúme de um homem me ligar para me dar os parabéns às sete da manhã. Tenho que esclarecer que apesar de ter nascido em uma família tipicamente feminina, vivi cercada pelos meus companheiros do sexo masculino... Pra começar meu primeiro curso de nível médio foi técnico em contabilidade e a maioria dos meus colegas de classe, adivinhem!!! Eram homens. Trabalhei na Coelba e depois fui coordenadora de duas empresas de construção de redes elétricas e a maioria dos funcionários também eram homens. Aliás, numa delas só tinham três mulheres: eu, a funcionária do setor pessoal e uma faxineira, portanto, meu universo também é masculino.
Voltando ao assunto do dia: sempre espero acordar com uma bandeja de café da manhã. Em alguns anos isso aconteceu, mas hoje, se quis tomar café, eu mesma tive que preparar, pois pra completar minha odisséia, a minha empregada só chega atrasada!
Resolvi que hoje não faria absolutamente nada, apenas atender ao telefone (3), ver meus recados no Orkut e escrever um pouquinho... A vantagem do blog é retomar um hábito antigo que eu tinha de fazer diário. Deixei por que um namorado antigo (e bota antigo nisso) tinha mania de cutucar minhas coisas e leu meu “querido diário”, sem contar na minha mãe que bisbilhotava, com a melhor das intenções, como todas as mães, e descobria meus segredos, que na época, não eram cabeludos. Acho que perdi o hábito do diário quando percebi o nascimento de pequenos pelos nele.
Entre um telefonema e outro, resolvi fazer um bolo, pois sempre minhas amigas dão uma passadinha aqui em casa, quando não tiro o dia do meu aniversário só pra mim. Na maioria das vezes gosto de ir ao cinema, de comer num restaurante caro, de me dar um presente mais caro ainda. Esse ano fiquei só no presente (é realmente caro), por isso o bolo, mas para não perder o glamour, fiz um bolo chiffon. Ficou meio torto, mas ta uma delícia, com calda de maracujá e cobertura de chocolate meio amargo (chique, como diz um velho amigo).
Gosto de fazer aniversário, de sair do banho enlouquecida para atender ao telefone, de levar o celular para o banheiro, de receber um beijão da minha família e uma festa do meu cachorro, que eu acho que tem amnésia temporária, pois quando eu acordo, ele age como se eu tivesse passado um mês fora de casa, mas essa é outra história... por enquanto vamos ficar no bolo e outros rolos...

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Aniversário


Já não tenho vinte anos. Observar a passagem do tempo em nosso corpo não é lá um momento muito fácil. Os cabelos brancos teimam em nascer e chega um momento que não dá mais para arrancá-los de pinça e recorremos à tintura. Como dizem, mulheres não envelhecem, ficam louras. Acho que estou chegando nessa fase.
Embora tenha uma aparência jovial, algumas rugas começam a se formar nos meus olhos e quando não durmo bem, diferentemente do vigor dos vinte anos, olheiras enormes e escuras se formam e desperto mais parecendo um urso-panda, com suas olheiras negras. Apesar disso tudo, amadurecer tem suas vantagens. Aos vinte, era completamente irresponsável. Só queria namorar, ir a festas, aliás, não perdia um batizado de boneca!
Aos trinta, em geral, nós mulheres ficamos mais calmas, nossas decisões são pensadas, na maioria das vezes, nessa idade, já temos marido e filhos e um mundo de responsabilidades. Analisando minha trajetória de vida, acredito que não faria nada diferente. Tive uma adolescência tumultuada, como é típico da idade, amores breves, amores longos. Amei, fui amada. Odiei, fui odiada. Fiquei deprimida, me rasguei por dentro, me reconstruí... e esse processo foi fruto do meu caminhar. Como numa grande prateleira, guardei essas experiências, cada uma numa caixa, em um lugar especial. Não podemos esquecer o passado pois ele constitui nossa história, mas devemos viver o presente e planejar o futuro. Minhas caixas estão lá, guardadas... às vezes abro alguma, remexo, reviro, mas ela fica lá, como diz a música, cada uma no seu quadrado.
Hoje, aos trinta e sete, estou madura, embora às vezes tenha umas crises adolescentes. Tenho uma linda família, amores verdadeiros, sólidos, construídos na base da lealdade, do companherismo e por que não, da amizade? Casaria outra vez, com o mesmo marido, é claro! Penso que ele compreende bem minha individualidade e respeita meu espaço... Costumo dizer que quando casamos, recebemos uma caixa numa embalagem bem bonita, com um laço de fita dourado. Na lua-de-mel, esquecemos a caixa, e ela fica lá... Um dia nos lembramos dela, e começamos a abrir. A grande surpresa é que nessa caixa não estão apenas coisas boas: recebemos nela os problemas que podem surgir, a família e a história da pessoa com quem casamos e outras coisas. O grande desafio é administrar tudo que está na caixa.
Minha caixa ainda tem muita coisa lá dentro. Coisas boas, coisas não tão boas assim... prefiro não me antecipar e tirar cada uma de lá a seu tempo. Aliás, o tempo é muito cruel com as mulheres, sua passagem fica marcada no nosso corpo, irremediavelmente... A força da gravidade começa a agir e lá se vão nossos seios, nossa bunda e outras coisinhas mais. Nos homens a força da gravidade é menos percebida, o que cai fica escondido!
Não estou depressiva por completar trinta e sete anos. Hoje sou uma pessoa melhor do que eu era há uns vinte anos atrás. Estou bem resolvida profissionalmente, sentimentalmente, sexualmente, obrigada! “Realmente, não tenho mais vinte e poucos anos e, como diz Vander Lee,” Não tenho vinte e poucos anos, mas trago um cara muito novo em mim. “Sou feito de perdas e danos, me contradigo, me surpreendo no fim.”
Beijo no coração!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

COMEÇAM AS AULAS NO PAÍS DO CARNAVAL

COMEÇAM AS AULAS NO PAÍS DO CARNAVAL

Dizem as más línguas que na Bahia o ano só começa depois do Carnaval. Em parte, isso é verdade, considerando o início do ano letivo. Em Salvador, as escolas particulares e as municipais do Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano), resolveram iniciar o ano letivo no dia oito de fevereiro para cumprir o calendário letivo de 200 dias, de acordo com a Lei 9394/96, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e pude observar o fiasco: nas escolas particulares, poucos alunos em sala de aula e nas municipais, os alunos e pais foram recebidos e informados do movimento de paralisação que se iniciou no dia 09, em luta pelo plano de saúde prometido pela Prefeitura de Salvador até setembro do ano passado e não cumprido até então e pelo fechamento de escolas no noturno, retornando ás atividades, provavelmente, no dia 22, quando acabam-se, na capital do rebolation, as ressacas do carnaval.
Por falar em escolas fechadas, é bom retomar as discussões sobre a Escola Maria Macedo. Onde estão os pais dos alunos interessados que não abrem uma ação no Ministério Público? Se existem alunos, vagas e professores, por que não existirem as turmas? E o Estado andou fechando escolas em Salvador por falta de alunos...
Acredito que o que ocorre é que os governos desejam cada vez mais a população mal informada, pois pode ser facilmente tratada como “massa de manobra”. Infelizmente, as políticas públicas no Brasil, de modo geral, atendem apenas a interesses políticos partidários. Política educacional é projeto de longo prazo. Não se muda a realidade educativa da nossa cidade, do nosso estado ou do nosso país em curto prazo. Qualquer mudança significativa na educação ocorre em períodos mínimos de 10 anos, por isso é preciso que se criem políticas educacionais de continuidade e não aquelas que duram apenas enquanto o governante X ou Y está no poder.
E, mais que o aluno, quem sofre com essas mudanças bruscas é o professor, que tem que rezar pela cartilha das Secretarias de Educação, das Direc e do MEC. Impõem-se leis, sempre num movimento de cima para baixo e o professor tem que engoli-las, sem o preparo adequado para realizar as mudanças necessárias. Ora, o foco da educação é a aprendizagem do aluno, mas será que se quer mesmo que ele aprenda realmente a se tornar um cidadão autônomo, crítico e participativo ou simplesmente oferecer-lhe apenas a educação básica, sem acenar-lhe as infinitas possibilidades de quem detém o saber? Que instrumentos de mudança estão sendo oferecidos a nós, professores, para formarmos esse cidadão? Como incluir o aluno com necessidades educativas especiais? Como ensinar história e cultura africana? São muitas perguntas e poucas respostas à disposição de grande parte dos professores.
Temos que lutar pelos nossos direitos, pela dignidade de nossos salários, pela qualidade do ensino e da aprendizagem dos nossos alunos. Nesse início de ano letivo é hora de serem firmadas parcerias entre a escola e a família, que são a base das mudanças sociais. É bom lembrar que começa também o desfile dos candidatos ao governo do estado, levantando o velho lema da educação e da saúde, por isso, devemos ter os olhos e ouvidos bem atentos para suas propostas. E que 2010 seja produtivo para todos nós!

Matéria: Niclécia Gama

OLHA O CARNAVAL AÍ GENTE!

[domingo, 7 de fevereiro de 2010]

OLHA O CARNAVAL AÍ GENTE!

O Carnaval tem sua origem na Antiguidade, quando na Roma antiga festejava-se ao deus Baco, protetor dos vinhedos. Essas festas eram regadas com muita bebida e as pessoas entregavam-se aos “prazeres da carne”. Quando o Cristianismo se tornou a religião oficial em Roma, por volta do ano 300 D.C, a festa a Baco passou a se chamar Carni Valle, ou seja, festa da carne, período que antecedia a quaresma, no qual se comemorava a liberdade. Na Idade Média, o Carnaval tornou-se parte do calendário cristão, como o período que antecederia o afastamento dos prazeres mundanos para resguardar-se ao jejum da quaresma. Assim, na Europa destacaram-se o Carnaval de Veneza, Itália, com suas máscaras e fantasias e em Portugal, o entrudo, festa em que as pessoas jogavam farinha e limões umas nas outras. O entrudo chegou ao Brasil junto com a corte portuguesa em 1808 e ao longo do tempo ganhou outros elementos, como os cordões, blocos e marchinhas até chegar às escolas de samba e ao trio elétrico.
De lá para cá, o sentido do Carnaval mudou, mas a idéia da liberdade para fazer o que dá na telha permanece. A prova disso é que parte das pessoas economiza o ano inteiro para desfilar nos grandes blocos de Salvador, para segundo alguns, beijar muito e pegar todas ou todos, o que gera muita preocupação para os órgãos de saúde pública.
Depois do carnaval temos um acentuado surto de gripe e de outras viroses. Provavelmente vem aí a Gripe do Rebolation. Sem contar nos incautos que movidos pela bebedeira, como nos tempos de Baco, saem por aí transando sem camisinha, disseminando a AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, além de proporcionarem o aumento dos nascimentos no mês de novembro, dos chamados “filhos do Carnaval”.
Carnaval é, para uns, festa para cair na esbórnia, comemorar a liberdade, pular até cansar. Para outros, é tempo de recolhimento e reflexão. Contudo, vale alguns conselhos, mesmo que sejam chavões: se beber, não dirija, use camisinha, e não contribua com o aumento da violência: brinque em paz. Faça das palavras “com licença” e “desculpe” seu hino de Carnaval.
Um Bom Carnaval a Todos!
Matéria: Niclécia Gama / Imagem: Google / Postagem: Fabrício Martins

2 Comentários:

Anonymous Gilseide disse...

UMA PENA QUE O CARNAVAL DAQUI DE CIPÓ VAI SER UMA MERDA!

A PREFEITURA DAQUI ESTA FICANDO A DESEJAR! ANUNCIARAM TANTO NA FESTA DE REIS HARMONIA DO SAMBA! E NAO VAI TER! QUE P#R*% É ESSA!!! PESSOAL VAMOS TOMAR PROVIDENCIA!

NICLÉCIA PARABÉNS PELA MATÉRIA!!! GOSTO MUITO DE SEUS ATIGOS!

7 de fevereiro de 2010 14:12
Anonymous Vaneide Dantas disse...

Oi titia, senti muita simplicidade em seu texto e suas palavras despertaram em mim a paz que gostaria que tivessemos nesses dias. Que o sentimento de todos fosse só de transmitir alegria, liberar geral sem prejudicar os outros nem a si mesmo.


Vaneide Dantas

7 de fevereiro de 2010 21:23

A POLÍTICA COMO CIÊNCIA

[quinta-feira, 7 de janeiro de 2010]

A POLÍTICA COMO CIÊNCIA

Pensar a política como área das ciências humanas e não como essa vergonhosa máquina de politicagem que impera principalmente em cidades pequenas como Cipó, requer que nos apropriemos de alguns conceitos a respeito do verdadeiro significado da palavra POLÍTICA, que é a ciência da organização e da gestão da máquina pública, seja ela federal, estadual ou municipal, e é para exercer bem essa ciência que nós, cidadãos, elegemos representantes através do voto. Como dizia o filósofo grego Aristóteles “o homem é um animal político” e é a política que de certo modo regula as relações sociais, a organização da vida em sociedade.
O que acontece de fato é que nós, brasileiros, ainda não aprendemos a votar. A prova disso é o Fernando Collor posando de bom moço no Senado depois do estrago que fez no país. Acompanhando as notícias da Rádio Millenium através do blog, me sinto bem à vontade para tocar nas feridas da administração de Cipó. Como já disse, não tenho nenhuma pretensão política ou de tomar partido de A ou de B, mas como eleitora cipoense, me sinto aviltada quando sei que as pessoas quando precisam que seus representantes lhes prestem assistência (e não favores), como foi o caso da tempestade no Amari, não encontrem as “autoridades” na cidade. Provavelmente estavam aproveitando os festejos natalinos em lugares “menos molhados”.
Não vou tirar o mérito de algumas ações realizadas em Cipó. Penso que avançamos muito em termos de saúde, escolas, estradas, moradias. Por outro lado, devemos ter consciência que essas ações não são benesses. São direitos do cidadão, independentemente de partido.
Outro ponto que me incomoda na administração da cidade é a falta de uma política pública voltada ao fomento do turismo. Falta investimento na área, a estrutura que deveria comportar boxes na praça está fechada há mais de um ano e as barracas enfeam a calçada do Grande Hotel, que diga-se de passagem, está lindo com a decoração de final de ano, mas precisou ser queimado para ganhar atenção. Os comerciantes dessa área deveriam ser relocados aos boxes próximos à cascata.
Justifica-se que não se investe no Reveillon por causa da festa de reis, mas nem um foguetinho, nem um traque de massa foi soltado para saudar o Ano Novo e olha que a cidade estava cheia de turistas!
Que me perdoem a acidez, mas apesar de não conviver diretamente com os problemas da cidade por estar relativamente distante, faço questão de exercer meus direitos políticos em Cipó, para que eu possa ter vez e voz para dizer o que me descontenta. Espero sinceramente que meus patrícios possam refletir sobre o verdadeiro significado da palavra POLÍTICA para cobrar ações mais efetivas daqueles que nos representam.

Matéria: Niclécia Gama / Postagem: Fabrício Martins

2 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

PORQUÊ LOGO CIPÓ? NÃO ENTENDI ANTES VOCÊ FALAVA QUE NÃO IA TOMAR PARTIDO POLÍTICO MAIS PELO JEITO AMIGA VOCÊ JÁ TOMOU SEU PARTIDO.

12 de janeiro de 2010 20:16
Blogger Niclecia Gama disse...

Caro Amigo(a), exercer nossos direitos políticos requer que cobremos ações efetivas dos que nos governam. Isso significa que podemos manifestar nossas insatisfações mesmo para com aqueles os quais elegemos. O que devemos ter é matutidade política para exercer a nossa cidadania. Felizmente, não se pode agradar a todos e é isso que torna a vida interessante: a diversidade. Já pensou o que seria da cor azul se todos gostassem de amarelo?
Um forte abraço.

14 de janeiro de 2010 12:14

SOCIEDADE DO PLÁSTICO

[sábado, 16 de janeiro de 2010]

SOCIEDADE DO PLÁSTICO

Fazendo as compras de final de ano, ao chegar em casa, percebi o quanto de sacolinhas plásticas havia levado. Essa rotina se repete cada vez que vou ao supermercado, que vou recolher o lixo e em outros momentos do meu dia, daí parei para pensar um pouco sobre o assunto... Há não muito tempo, consumíamos menos plástico: não existiam garrafas pet, as embalagens do supermercado eram de papelão (que muitas vezes rompiam no fundo), o lixo era armazenado em lixeiras e latas e era recolhido pelos caminhões.
Hoje vivemos o auge do consumo do plástico: está nas estruturas dos automóveis, nos componentes de computadores, na construção civil, em equipamentos médicos, na nossa cozinha, em resumo, nas nossas vidas onde quer que estejamos. Quando passo pelas estradas, observo a vegetação em torno do acostamento e eles estão lá decorando arbustos, enfeando a paisagem e a culpa é nossa e não me eximo dessa culpa: também consumo plástico!
O maior responsável pelo entupimento dos esgotos pluviais que causam grandes alagamentos no Rio e em São Paulo é o plástico, muito bem representado pelos milhares de sacolinhas e de garrafas pet. Somando-se a isso estão obras de esgotamento mal-planejadas, feitas às pressas e por empresas nem sempre idôneas. Por outro lado, o plástico também é o representante do progresso tão presente em nossas vidas.
Os alagamentos causados pelo consumo irresponsável do plástico já chegaram à nossa cidade, como pudemos presenciar na última tempestade. Passei no comércio no final da última quarta-feira e pude verificar a quantidade expressiva de sacos plásticos deixados pelos comerciantes, principalmente de roupas. Na passagem de um ventinho, centenas de sacolas alçaram vôo num espetáculo estarrecedor. Seria muito interessante que houvesse uma campanha na tentativa de conscientizar os feirantes para que eles pudessem cuidar do lixo que produzem.
Aproveitando o momento, gostaria de parabenizar os garis cipoenses pelo excelente trabalho que fazem, pois além de manterem a cidade limpa, na quinta-feira pela manhã não há um resquício sequer da sujeira deixada pela feira.
Os governantes de várias partes do mundo estiveram em Copenhague discutindo o aquecimento global e a redução da emissão de carbono, o que não teve muito sucesso, mas enquanto estivermos pensando apenas em nosso conforto, emitindo carbono, produzindo e consumindo cada vez mais plástico, continuaremos a destruir o meio ambiente! Como dizia Chico Xavier “ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja.”
Que saudade do bom e velho bocapiu... Viva a sociedade do plástico!!!
Matéria: Niclécia Gama / Postagem: Fabrício Martins

1 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

o nosso povo precisa ler mais.Essa jovem faz tantas materias educativas e ninguem se manifesta . o que nos falta é cultura... leitura chega de tanta fofocada.Alias é isso que da ibope .parabens niclecia.

19 de janeiro de 2010 23:4

TRAGÉDIA E SOLIDARIEDADE

[sábado, 23 de janeiro de 2010]

TRAGÉDIA E SOLIDARIEDADE

Todos os olhos do mundo estão voltados para o Haiti. O país foi quase totalmente destruído por terremotos e a fúria da Terra ainda não se aplacou. A qualquer momento podem surgir novos tremores.
Devido ao grande número de desabrigados e de órfãos, ações de ajuda humanitária de diferentes partes do mundo, inclusive do Brasil são bem-vindas nesse cenário caótico. O país precisa ser reconstruído, mas antes de se pensar em reconstrução do patrimônio físico, é necessário pensar no patrimônio humano, nos milhares de lares desfeitos, nos órfãos deixados pela tragédia.
Diante desse cenário, casais brasileiros e de outros países oferecem-se para adotar os pequenos órfãos haitianos. Aqui no Brasil, os orfanatos estão lotados de crianças em igual situação: perderam seus pais, foram abandonadas ou maltratadas por suas famílias e sabe-se que a maior procura nos orfanatos é por bebês de até 2 anos e de cor branca.
Frente a grandes tragédias, as pessoas, inclusive o governo, parecem esquecer-se dos problemas sociais que enfrentamos no Brasil. Anteontem o prefeito de Salvador, Sr. João Henrique Barradas Carneiro, sugeriu para toda a imprensa que os servidores municipais doassem o valor referente a um dia de trabalho para ajudar as vítimas do Haiti, enquanto a população de Salvador convive com deslizamentos de encostas, com sem-teto abarrotando as calçadas e nada é feito.
Não estou aqui invalidando que façamos doações ao Haiti. São louváveis as ajudas humanitárias à população haitiana, porém os governos não devem usar essa tragédia para de maneira oportunista falar em solidariedade e nós cidadãos não devemos nos deixar levar pela onda de comoção e agir por impulso. Nesses casos a própria ONU é quem define que tipo de produtos deverão ser enviados (hoje devem ser doados apenas alimentos não perecíveis e água engarrafada) e anunciou que as adoções de órfãos haitianos são inviáveis no momento.
Não esqueçamos que a solidariedade deve ser praticada todos os dias, que o Haiti antes do terremoto já era o país mais pobre das Américas e a maioria das pessoas de todo o mundo não tinha seus olhos voltados àquela nação, explorada principalmente pela França e Estados Unidos, países que deveriam ser os principais responsáveis pela sua reconstrução.

Matéria: Niclécia Gama / Foto: Francisco de Assis (Terra) / Postagem: Fabrício Martins

2 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

Concordo com Niclecia. Não se deve ter solidariedade apenas quando acontece as tragédias. Parabéns pela clareza de suas matérias. Quem não gostar que escreva melhor!
Conceiçao

23 de janeiro de 2010 20:28
Anonymous Anônimo disse...

Ainda temos dificuldades no trato com as tragedias e as coisas públicas.Deus sabe o que faz.Cada povo nasce predestinado para vitorias e ou tristezas.Parabens jovem, pela suas materias

24 de janeiro de 2010 15:26

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: É HORA DE DAR UM BASTA!

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: É HORA DE DAR UM BASTA!

Apesar de toda evolução tecnológica, social e econômica, ainda temos muito a percorrer no caminho da evolução cultural, principalmente quando tratamos do papel da mulher na sociedade contemporânea. Hoje mais de cinqüenta por cento dos lares brasileiros são mantidos por mulheres. Além de trabalharem fora, são as responsáveis pela manutenção da casa, pela educação dos filhos e, de certo modo, por zelar pelos laços afetivos que constituem a família.
Apesar de termos queimado sutiãs em praça pública durante o movimento feminista, ainda somos tratadas com desrespeito e com violência. As notícias desta semana comprovam. Mulheres foram mortas na maioria dos casos por seus parceiros e por motivos passionais. As estatísticas apontam que esse é o elemento detonador para a violência contra a mulher.
Acho incrível que alguns homens traiam descaradamente as suas parceiras, mas esses mesmos homens não suportam imaginar que as mesmas os traiam. Quando suspeitam delas, mesmo sem quaisquer tipos de prova, simplesmente as matam. Não admitem o fim da relação e tratam a mulher como uma posse, um objeto que lhes pertence.
São as mulheres as maiores vítimas da violência doméstica, da violência sexual, da violência psicológica, do preconceito e da discriminação.
Muitas carregam no corpo as marcas da crueldade de seus pares e, quando sobrevivem a isso, outras marcas estão tatuadas em suas mentes e essas são as piores: as marcas psicológicas, que desencadeiam a depressão e a baixa autoestima.
Mulheres vitimadas pela violência tendem a se sentirem culpadas: se culpam por seus maridos chegarem bêbados, se culpam pelo fracasso do casamento, que muitas vezes já começou fracassado, pelo insucesso dos filhos e por tantos outros problemas. Mulheres que foram estupradas são tratadas nas delegacias e na própria família como se elas fossem responsáveis por um ato tão cruel. Muitas mulheres sabem que padrastos e até mesmo pais biológicos violentam suas filhas ou seus filhos e se calam, como já ouvi muitas vezes, porque acreditam que não têm como se sustentar sozinhas.
Não pensem, porém que a violência contra a mulher alardeada aos quatro ventos na imprensa sensacionalista acontece só nas camadas mais pobres da população. As mulheres das classes média e alta são tão vítimas quanto as de classes menos favorecidas. A diferença é que para zelar pelos nomes de famílias tradicionais, os casos não são levados às delegacias, são sufocados no próprio lar.
Acredito que está mais que na hora de nós mulheres levantarmos nossas vozes contra a violência que nos rodeia. Compartilhamos sonhos com os nossos parceiros, cuidamos da casa, somos esposas, namoradas, amantes e domésticas porque apesar de muitas de nós trabalharmos fora, é nossa a principal responsabilidade de cuidar da casa e dos filhos. È hora de mostrarmos aos nossos parceiros que somos suas aliadas e não suas rivais. Apesar de nossa aparente fragilidade, somos fortes e podemos, delicadamente, dar um basta!

Matéria: Niclécia Gama / Postagem: Fabrício Martins

4 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

PARABÉNS NICLÉCIA PELA SUA MATÉRIA;O ASSUNTO ABORDADO É IMPORTANTÍSSIMO PARA SER REFLETIDO.PENA QUE ALGUNS MACHISTAS INVETERADOS CONTINUAM A PRATICAR ESSE ABSURDO.A MAIS NOVA É A VIOLÊNCIA CONTRA OS FILHOS.

31 de janeiro de 2010 18:16
Anonymous José Castro disse...

Essa matéria me faz lembrar o desafio e proposta de um atuante médico criador da terapia comunitária. - "QEUEM CUIDA DO CUIDADOR?"
O mundo está cheio de predadores. Nos locais de trabalho, vêem apenas os seus próprios interesses. Nas ruas, espalha lixo, crime, depredação. Nos palácios enganam os consumidores, demitem para reduzir custos, desviam dinheiro público. Nas famílias e igrejas consomem recursos, abusam sexualmente. Triste a vida dos admirados felinos que precisam matar para viver, estreita a vida de quem destaca a si mesmo diminuindo os outros. É preciso cuidado para não ser assim.
Mas raros são os cuidadores. Pela profissão seriam professores, bombeiros, policiais, enfermeiros, psicólogos, médicos, advogados, assistentes sociais. Pela função, seriam orientadores, líderes comunitários, religiosos, políticos, promotores, juízes, conselheiros tutelares, avós, pais e mães. Mas nem profissão nem função fazem o cuidador. É preciso atitude e sensibilidade e estas não são prerrogativas de instituições. Felizes são os passarinhos que comem frutas e semeiam caroços, mas as filas dos zoológicos não são pra eles.
Cuidadores, em geral, ganham menos, têm pouca estrutura, são desvalorizados pelas instituições. Por sua sensibilidade ou por entrar em contato constantemente com crises, violências e doenças, sofrem desgastes. É comum que profissionais da saúde, educação e assistência social, que as pessoas que a vida coloca em apoio a quem está em crise acabem ficando duras. Tristemente conhecidos são os médicos que atendem sem cumprimentar, sorrir, olhar. Mas há também professores que afirmam saber, no primeiro bimestre, quem vai passar ou não, assim como assistentes sociais que ao olhar um homem de rua ou violento afirmam saber se ele "tem jeito".
A explosão de predadores que vivemos se deve exatamente à falta de cuidadores, mas não só la fora. Observando em profundidade, cada um de nós é predador e cuidador, todos podemos produzir ou interromper extensas e poderosas cadeias de explosão, negligência e violência, induzindo ou evitando que vítimas acabem por se tornar conscientemente ou não, violentadores. Se tivesse sido acolhido por pessoas atentas quando, ainda criança, foi abusada por um parente, mesmo um Maníaco do parque, poderia não ter, anos depois destruído a vida de dezenas de moças e suas famílias.
Podemos fortalecer ou enfraquecer, em nós e no mundo, a corrente da violência que dá tanta audiência para jornais, dá tanto ouvido para fofocas, espalha desânimo, revolta e autocompaxão. Muito mais importantes que as guerras da violência e da audiência, milhares de olhares tristes esperam que mais pessoas aprendam a ouvir, enxergar, que valorizem em todos os ambientes, as funções, as atitudes acolhedoras, que estimulem carinhosamente o cuidador. A começar por aqueles que existem em cada um, que é o primeiro a precisar de cuidado.

31 de janeiro de 2010 20:47
Anonymous Anônimo disse...

E ASSIM MESMO QUE REGE A IGNORÂNCIA EM NOSSO PAÍS. O PROBLEMA COM A DISCRIMINACAO A MULHER JÁ EXISTE DESDE QUE O MUNDO É MUNDO E TEM QUE SER MUDADO. A DISCRIMINACAO COM INOCENTE É O QUE DOI MAIS AINDA. NAO SÓ DE PADASTRO PERVERSOS MAIS SIM DE MAE PRA FILHO DE PAI PRA FILHO E ETC. NO INTERIOR AS PESSOAS USAM E ABUSAM DOS FILHOS PQ NAO FORAM EDUCADAS DIFERENTE. ELES ACHAM QUE PODEM FAZER O QUE QUEREM COM AS CRIANCAS : BATEM BOTAM PRA TRABALHAR QUANDO NAO DEVEM:NAO SE PREOCUPAM EM DÁ DIVERSAO PRA ESSAS... IR ATÉ O RIO DÁ ATENCAO AS CRIANCAS JÁ SERIA GRANDE COISA OU SAIR NA PRACA AOS DOMINGOS, NAO PRECISA GASTAR MUITO PRA DA UM POUCO DE ALEGRIA AS CRIANCAS.ESTÁ FALTANDO MUITA CONCIENTIZACAO E EDUCACAO FAMILIAR NISSO TUDO . ACHO QUE AS AUTORIDADES TEM QUE VER ISSO.ACHO QUE TEM QUE TER UM PROGRAMA PRA PAIS E FILHOS NOS INTERIORES ELES TEM QUE SABER COMO CRIAR UMA CRIANCA E RESPEITAR SEUS DIREITOS, PRINCIPALMENTE MENINAS NOVAS QUE NAO CONSEGUEM ABORTAR E MATAM OS BEBÊS APÓS O PARTO.ESSE PROBLEMA É SÉRIO E DEVE SER VISTO COM URGÊNCIA.

1 de fevereiro de 2010 06:25
Anonymous uma mulher revoltada com a falta de respeito com a sua esposa disse...

parabéns NIlclecia pela sua materia esses homens estupidos que acha que sua esposa é propriedade sua , eles estão muito enganado e a maioria das vezes pagam com a sua propria vida
pelo o maldito dop siumi matando tambem suas crianças na maioria das vezes isso ´´é fim de mundo tem um caso recente em Ribeira do Amparo o Senhor marcos da churascaria tentou matar sua esposa na festa do louredo hoje ele encontra se detido na delegarcia de caldas de cipó esse tipo de agresor tem q cer punido parabéns e continue abordando esse tipo de materia .

6 de fevereiro de 2010 23:11

RESOLUÇÕES PARA O ANO NOVO

RESOLUÇÕES PARA O ANO NOVO

A cada virada de ano acontece a mesma coisa, listamos resoluções que queremos seguir no ano novo: começar uma dieta, fazer uma poupança, comprar um carro (se a poupança acontecer) e outras coisas mais. Fazemos lista de tantos desejos que não elegemos prioridades. Outro dia estava vendo um programa na televisão que falava sobre desejos e prioridades e uma coisa me chamou atenção, por isso gostaria de compartilhá-la com vocês.
No dia 28 de dezembro, hoje, portanto, escreva uma lista de cinco (apenas cinco) desejos que você acha mais importantes. Leia a lista e risque dos cinco desejos e risque o que acha menos importante. No dia seguinte, releia sua lista e risque mais um desejo. Faça isso com os outros desejos nos dias que seguem, ao passo que no dia 31 você terá na lista apenas um desejo, aquele que para você é o mais importante. Fazendo isso, você estará canalizando toda sua energia para a realização desse desejo. Invista nele e certamente, se concretizará.
A vida é assim... Não podemos ter tudo ao mesmo tempo (a não ser que se ganhe na mega-sena). Temos que eleger prioridades para as nossas vidas, só assim conquistaremos os nossos objetivos. Precisamos ter metas claras para saber onde queremos chegar!
Um bom ano novo para todos e que seus desejos e objetivos se realizem! Nos veremos por aí!

Matéria: Niclécia Gama / Postagem: Fabrício Martins

3 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

Eu desejo a todos um feliz 2010, e que do jeito que merecemos possamos concretizar os nossos desejos, pois aqui se faz aqui se paga, que cada um dia nós possamos olhar pro próximo como a si mesma, pois reclamamos demais de nossas vidas, mais Deus sabe de tudo e de todas as coisas.

Feliz ano novo

Ana São Paulo

29 de dezembro de 2009 07:46
Blogger Danilo disse...

Parabéns Niclécia, excelente texto com um português agradável de se ouvir. Quero sempre poder continuar lendo

31 de dezembro de 2009 00:28
Anonymous Anônimo disse...

Isso é o que podemos realmente chamar de "inspiração à flor da pele". Você é singular, por isso é única, sem qualquer pretexto de redundância. Tive a honra de ser seu colega no colegial, e mais ainda o sagrado dom de ser seu amigo além das entrelinhas.
Parabens. Ficou perfeito, meinha querida Niclécia.
FELIZ 2010, 2020, 2038...FELIZ SEMPRE.
Abraços
Paulo Cezar - poeta que Cipó pariu
ppcezamelo@yahoo.com.br

3 de janeiro de 2010 05:48